Publicado em 10/05/2012 - Atualizado 26/07/2019

Indução da Ovulação – o que é?

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A dificuldade para engravidar é um problema real para muitos casais e acaba se tornando uma triste supresa no caminho que trilhavam juntos. Mas não precisa ser assim. Para aqueles que se defrontam com esta situação, é preciso saber que muitas vezes há maneiras de contorná-la e, por tal razão, é preciso buscar o aconselhamento de médicos especializados no assunto, para que esse problema seja apenas um obstáculo a ser superado.

Após um ano de tentativas malsucedidas, o casal pode ser considerado infértil e partir daí faz sentido fazer um estudo completo da saúde reprodutiva deles, tendo em mente que o problema que os impede de conceber pode estar tanto na mulher quanto no homem e, algumas  vezes, em ambos. Por isso o médico deve estar presente para proceder à investigação.

Quando se descobre que o que está impedindo a gravidez é a falta de ovulação da mulher, é preciso realizar novo estudo, a fim de descobrir a causa desse problema, que pode ser diversa, variando desde muito baixo ou muito alto peso até a falta de hormônios produzidos pelo próprio cérebro que estimulam a ovulação, ou mesmo um ovário (produtor do óvulo) que não responde aos estímulos que recebe.

O tratamento desta condição é a chamada indução da ovulação, que abriga uma série de condutas e procedimentos que visam, em última análise, à formação de um óvulo que pode gerar um embrião. Essa indução pode ser feita com diferentes medicamentos, que variam em custo, duração de tratamento, efeitos colaterais e indicação de uso, ou seja, para cada paciente, com sua causa específica de anovulação, pode-se buscar uma opção mais adequada.

Para muitas mulheres um hormônio chamado Clomifeno pode ser a solução. Ele estimula as gonadotropinas – que são os hormônios foliculoestimante (FSH) e luteinizante (LH) –  que agem no ovário para promover a formação do óvulo. Uma outra opção seriam as próprias gonadotropinas, sob a forma de injeção sob a pele ou adesivo. Para saber qual medicação usar é preciso saber a causa ou sobre qual classificação recai o tipo de anovulação que a paciente em questão apresenta.

Muitas vezes serão necessários exames de imagem e de sangue para acompanhar o tratamento, e diversas vezes mais de um ciclo de medicação, e, mesmo assim, apesar dos esforços conjuntos do médico e do casal, pode ser que não aconteça a gravidez. A medicação não é uma garantia, mas uma ajuda que damos ao corpo para que ele trabalhe em todo seu potencial. O caminho pode se tornar mais longo, mas com a ajuda certa é possível chegar ao destino escolhido.

Artigo elaborado pela equipe Fecondare em parceria com a E-saúde.

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Publicado por: Equipe Fecondare

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      Nosso material tem caráter meramente informativo e não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Em caso de dúvidas , consulte o seu médico.

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