DST e doença inflamatória pélvica, o que é isso?

Publicado em: 6 de agosto de 2014

DST e doença inflamatória pélvica, o que é isso?

DSTs são Doenças Sexualmente Transmissíveis, pois a forma do homem ou da mulher de adquirirem a doença é por meio da relação sexual sem o uso de preservativo. A infecção por clamídia e a gonorreia são exemplos desse tipo de doença.

Existem diversos outros microrganismos que são transmitidos via relação sexual, como o HPV, o treponema pallidum causador da sífilis (cancro duro), os agentes causadores da tricomoníase, herpes, entre outros.

Nem sempre essas infecções causam sintomas, e muitas vezes podem passar desapercebidas, facilitando a transmissão entre parceiros e é por isso que na maioria dos casos, quando um dos parceiros é diagnosticado, o outro também deve ser tratado, mesmo que não tenha sintomas. O tratamento usualmente é feito com o uso de antibióticos.

No caso da mulher, a infecção por clamídia ou gonorreia pode levar à  Doença Inflamatória Pélvica (ou DIP). Uma vez diagnosticada a DIP, ela deve ser prontamente tratada, pois a infecção pode subir pelo trato reprodutivo feminino desde a vagina, passando pelo útero, ovário e até mesmo causar infecção abdominal.

Dessa forma existem diferentes níveis de gravidade para essa doença. Cada nível exige um tipo de tratamento diferente: pode ser realizado com o uso de antibioticoterapia via oral mais remédios que aliviem a dor e baixem a temperatura do corpo. Às vezes, é necessário o tratamento hospitalar com a paciente internada usando medicação intravenosa e, em alguns casos, chega a ser necessário o tratamento cirúrgico.

Uma das grandes preocupações relacionadas às infecções no trato reprodutivo tanto do homem quanto da mulher é a infertilidade. A probabilidade de infertilidade como consequência da infecção aumenta quanto maior o número de episódios, duração e gravidade dela. Por isso é muito importante o diagnóstico precoce dessas infecções. Dessa forma, sintomas como dor pélvica (na bacia), febre e corrimento vaginal com mau cheiro são indicadores de que o médico ginecologista deve ser procurado.

Além disso, para prevenir esses episódios e suas possíveis consequências basta o uso de preservativo em todas as relações sexuais.

 

Conteúdo atualizado em: 12 de julho de 2017

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