Alimentos que aumentam testosterona

Publicado em: 12 de Abril de 2018

Alimentos que aumentam testosterona

Uma série de fatores proporcionam a queda do principal hormônio masculino. Mas você sabia que existem alimentos que aumentam a testosterona? Após verificar o motivo pelo qual a testosterona está em baixo nível no organismo, é possível tomar algumas medidas importantes voltar às taxas normais, a começar pelo alimento que se ingere. A alimentação bem direcionada pode aumentar significativamente o hormônio, além de elevar os níveis de energia no organismo. Acompanhe neste artigo alguns alimentos que aumentam a testosterona.

Conheça os alimentos que aumentam a testosterona

Carne

A carne magra oferece grandes porções de proteína e zinco, importantíssimos para otimizar a produção de testosterona e estimular o fortalecimento dos músculos. Embora a gordura saturada presente nas carnes possam prejudicar à saúde quando o seu consumo exagerado, ela, ao mesmo tempo, é importante para a síntese da testosterona, em quantidades moderadas.

As carnes de aves, como o frango, oferecem níveis elevados de proteína e baixa quantidade de gordura. Dessa forma, favorecem o aumento da massa muscular e os níveis de testosterona.

Brócolis, repolho e Couve de Bruxelas

Este são alimentos ricos em Indole-3-carbinol, responsável por reduzir o hormônio feminino estradiol no organismo.

Ovo

Os ovos aumentam o desejo sexual, pois o colesterol puro contido no alimento é responsável por sintetizar a testosterona. Além disso, o ovo é rico em proteínas, o que beneficia o ganho de massa muscular.

Ostra

A ostra é rica em proteína e auxilia na formação dos músculos e eleva a produção do hormônio masculino. Isso se dá pela consequente presença de zinco e magnésio presentes no alimento, que favorecem o equilíbrio hormonal.

Alho

O alho contém alicina, substância que eleva a taxa de testosterona no organismo Além disso, o alho inibe a síntese de cortisol, hormônio que prejudica a ação da testosterona.

Entenda o funcionamento da testosterona no organismo

A testosterona é responsável pelo desenvolvimento geral das características físicas masculinas e femininas. Esse hormônio atua como estimulante dos órgãos sexuais e das características sexuais secundárias, como a produção e maturação de óvulos e espermatozoides, libido e ereção. Também possui ação de contribuir para a saúde e bem-estar, de uma maneira geral.

Os níveis de testosterona ajudam no melhor desenvolvimento dos músculos, assim como mantém a saúde do coração e dos ossos, faz o controle do peso corporal e melhora a qualidade da saúde mental. Da mesma maneira, esse hormônio pode regular o humor, a energia vital e um sono.

A partir dos 30 anos de idade, a produção da testosterona começa a apresentar níveis mais baixos tanto em homens quanto em mulheres. Aos 40 anos, a quantidade do hormônio já reduziu-se bastante e, aos 50 anos, os números são baixíssimos, chegando a quase zero. Assim, é possível perceber alguns fatores que aparecem em decorrência dessa redução. Acúmulo de gordura, dificuldade em ganhar massa muscular, mau humor, problemas de memória e queda na disposição física são alguns deles.

Baixa da testosterona e infertilidade

Além disso, a diminuição do desejo sexual, seguida de disfunção erétil e infertilidade começa a se tornar muito frequente com a queda da testosterona. A infertilidade deve ser acompanhada da avaliação de um especialista, para verificar os respectivos níveis do hormônio. Caso o quadro não seja reversível, é necessário adotar outras medidas para o problema.

Fatores que contribuem para a baixa da testosterona

Além do fator biológico do envelhecimento, citado anteriormente, outros fatores contribuem para que o estoque de testosterona caia, em ambos os sexos. São eles:

  • Estresse;
  • insônia;
  • obesidade ou sobrepeso;
  • ausência de relações sexuais;
  • alimentação desequilibrada, como o consumo de açúcar, gordura e alimentos industrializados;
  • lesões nos testículos;
  • alterações no ovário;
  • uso de alguns medicamentos, como anticoncepcionais, antidepressivos, estrogênios, glicocorticóides, dentre outros;
  • pressão alta;
  • diabetes;
  • HIV;
  • sedentarismo;
  • uso abusivo de bebidas alcoólicas;
  • menopausa;
  • artrite reumatoide;
  • retirada dos ovários;
  • anorexia nervosa;
  • infecções como sífilis, meningite e caxumba;
  • lúpus eritematoso sistêmico;
  • insuficiência adrenal;
  • hipogonadismo.

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Conteúdo atualizado em: 22 de outubro de 2018

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