Mini-FIV: prós e contras

Publicado em: 22 de outubro de 2016

Mini-FIV: prós e contras

Conhecida como nova alternativa entre os tratamentos de Fertilização In vitro, a Mini-FIV tem como uma das maiores vantagens o custo reduzido, quando comparado aos valores do procedimento convencional, que são mais elevados devido ao uso diário de hormônios.

Quando existe a estimulação para produção de óvulos o resultado é uma grande quantidade, porém somente os primeiros óvulos gerados são considerados de qualidade para serem utilizados na fertilização. Com a Mini-FIV, o uso de medicamentos é mais baixo, gerando uma produção menor de óvulos, dos quais somente os primeiros também terão a qualidade adequada para uso no procedimento.

Orientações para o casal interessado em fazer a Mini-FIV

Apesar do baixo uso de medicamentos e custo menor ainda, pode haver ressalvas para a sua aplicação, da mesma maneira que para a FIV-Convencional. Uma pesquisa detalhada deve ser feita com os pacientes, a fim de identificar qual o procedimento mais adequado.

Por exemplo, se há alguma doença associada à dificuldade em engravidar, como a varicocele (homens) ou endometriose (mulheres), a Mini-FIV pode não ser a melhor opção, exigindo outros procedimentos para obtenção de sucesso.

E também outra questão levantada é que ainda não há número suficiente de pessoas geradas por meio da Mini-FIV que possa atestar os reais efeitos que a técnica pode trazer no longo prazo. Fato este resultado da menor taxa de gravidezes. De regra, o que tem-se visto é que a Mini-Fiv tem menores resultados, necessitando-se de mais ciclos de indução para os resultados ficarem comparáveis com a convencional. Desta forma, a proposta de custo menor precisa ser repensada.

Sendo assim, é uma técnica que pode ser colocada à disposição dos casais desde que eles tenham a ciência de que são com menores as taxas de resultado.

Conteúdo atualizado em: 8 de Fevereiro de 2017

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