Mini-FIV o procedimento na prática

Publicado em: 18 de junho de 2015

A Mini-FIV possui um tratamento muito semelhante ao convencional tratamento de fertilização in vitro, o que difere é a menor quantidade de medicamento utilizada, aproveitando o ciclo natural da mulher e fazendo o estímulo da ovulação de deforma mais amena, com pílulas e poucas injeções.
Tratando-se da prática, a única fase que difere a Mini-FIV do tratamento convencional é a indução da ovulação, em que nenhum hormônio ou uma dose mínima do mesmo é utilizada. Por sua vez, o acompanhamento com ultra-som, a coleta dos óvulos, a fertilização dos óvulos com o sêmen, o cultivo embrionário e a transferência de embriões continuam iguais.
Através dessas imagens é possível entender melhor como os procedimentos são realizados:

mini-fiv
No primeiro caso, o tratamento é a FIV-Convencional, em que são admnistradas doses diárias de hormônios a fim de induzir a ovulação.

mini-fiv-1

Já a segunda imagem representa a Mini-FIV, em que o acompanhamento da ovulação é feita através de ultra-som e quando a ovulação estiver próxima é ministrada a dose de hormônio.
Como na Mini-FIV o uso de medicamentos é reduzido isso ajuda a amenizar os riscos de tromboses, hiper-estímulo ovariano ou mesmo o crescimento de tumores, além de aliviar sintomas de inchaço, desconforto, enjôos e dores abdominais e mamárias.
É importante que o paciente saiba que da mesma forma que o tratamento convencional, a Mini-FIV em alguns casos pode não apresentar geração de embriões na primeira tentativa, havendo a necessidade de repetição do processo completo.

O sucesso e o insucesso são possibilidades em ambas as opções e os pacientes devem ser informados e preparados desde o início, qualquer que seja o tratamento.

Conteúdo atualizado em: 12 de julho de 2017

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